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Evento
Novos voluntários
No último domingo, dia 3 de fevereiro, o INATAA realizou mais uma palestra para a recepção de interessados em se tornarem voluntários nas TAAs e AAAs. Como sempre, foi um sucesso e contou com a presença de 25 inscritos interessados em participar com e sem cão.
A exposição durou cerca de uma hora e meia, período em que voluntários de nossa diretoria falaram sobre a história do INATAA e os trabalhos realizados nos asilos e hospitais.
Nossa voluntária Alessandra, do departamento jurídico e proprietária da cãoterapeuta Lunes, iniciou a palestra com a apresentação da instituição e abordou temas que foram desde a interação homem-animal até a guarda responsável. Alessandra explicou também o que são as Terapias assistidas por animais e Atividades assistidas por animais e falou sobre os benefícios físicos, psicológicos e sociais dessas ações.
Em seguida, quem conduziu a palestra foi nossa voluntária especialista em ecoterapia e fonoaudiologia, Lenora. Ela tratou principalmente dos deveres dos voluntários, dicas e cuidados para como se portar durante os trabalhos.
Por último, nossas adestradoras, diretoras e a presidente, Fátima, também falaram e deram boas-vindas aos novos voluntários.
Confira agora o depoimento de uma das participantes da palestra, Daniele:
“As palestrantes do INATAA mostraram não só a seriedade do trabalho que exercem mas também a paixão pela qual são movidas ao realizar os trabalhos. É uma organização que vale a pena conhecer e a qual eu espero poder ajudar”.
O INATAA vem crescendo cada vez mais e, por isso, toda ajuda é bem-vinda. Agradecemos a todos que participaram e temos certeza de que os trabalhos vão trazer mais alegria e qualidade de vida a todos.
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Vamos participar
Curso Básico de A/E/TAA 2011!
Aqui estão as tão esperadas notícias do último Curso Básico de E/A/TAA! Ele aconteceu no feriado de Páscoa, nos dias 21, 22, 23 e 24 de Abril. Foram quatro dias de muito trabalho, novos conhecimentos e interação entre alunos de diversas cidades e diversas profissões. Todos com um grande interesse em comum, utilizar os animais para o bem-estar humano.

A turma do Curso Básico 2011!
O Curso foi um grande sucesso, todas as vagas foram preenchidas, tivemos alunos de várias partes do Brasil. Vieram de Cascavel–PR, Descalvado-SP, Ilha do Governador–RJ, Santo André–SP, Rio Verde–GO, Passos–MG, Rio de Janeiro–RJ, Montenegro–RS, Sapucaia do Sul–RS, Araraquara-SP, Arujá–SP, Águas Claras–DF, Araguari–MG, Itajaí–SC e São Paulo-Capital. Isso nos traz enorme satisfação, pois o objetivo de expandir a A/E/TAA pelo país está sendo concretizado. Sem apoio e troca de informações isso não seria possível. É um grande prazer para o INATAA apoiar e auxiliar pessoas que estejam fundando novos projetos pelo país.
Os alunos aproveitaram muito o conteúdo do curso e pudemos perceber que estavam ávidos em começar um trabalho de Terapia Assistida por Animais em suas cidades. Fizeram novas amizades e formaram novas frentes para este trabalho. A turma foi muito homogênea e muito interessada, tinhamos fisioterapeutas, adestradores, veterinários, psicólogos, biólogos e outros profissionais que puderam acrescentar um pouco de sua própria experiência para os colegas de turma. Tentamos passar o máximo de informações e tirar a maior quantidade de dúvidas sobre todos os assuntos abordados.

Andraa e Luanda, da Fundação Passo Firme de Equoterapia com Marisa, coordenadora de Cursos do INATAA
Neste curso uma das maiores conclusões tiradas pelos alunos é a de que ninguém trabalha sozinho na A/E/TAA. A dinâmica do trabalho exige uma equipe multidisciplinar, o adestrador precisa trabalhar com o veterinário, com o fisioterapeuta, com o psicólogo, com o fonoaudiólogo e por aí vai. Os alunos participaram da Dinâmica de Grupos no segundo dia para aprender isso, cada profissional leva as suas habilidades e características para o trabalho e é preciso aprender e respeitar o trabalho de cada integrante da equipe.
O curso básico introduz os alunos no universo da A/E/TAA, mostra o quão úteis os animais podem ser e a grande quantidade de benefícios que eles nos trazem. Mas também, mostra informações importantíssimas quanto ao manejo destes animais, cuidados com a saúde deles e dos pacientes, mostra que o comportamento adequado dos animais é primordial para o trabalho ser seguro e eficiente, e também traz conhecimentos básicos de estruturação de seus próprios projetos.

Marisa, Fátima e Laís com a profa Marie Odile, da aula de Pesquisa Científica na A/E/TAA

Superando traumas, Danielle se entende com o Robertinho

Superando traumas, Danielle se entende com o Robertinho
Um dos pontos altos do curso deste ano foi a aula de Animais não Convencionais na A/E/TAA com o professor, Dr Gustavo Bauer. Ele levou uma surpresa que só foi revelada no final da aula. Duas cobras participaram da aula para que os alunos interagissem com elas. Foi uma experiência totalmente nova para quase todos os alunos, inclusive tivemos alunos (e equipe do INATAA) que conseguiram vencer traumas e acariciar os animais.
Apesar do feriadão emendado, conseguimos curtir almoços agradáveis. Seja na padaria, no restaurante italiano ou mesmo no próprio CEFAC. As conversas e trocas foram muito ricas entre os alunos e palestrantes.
E é claro que os cães terapeutas estiveram presentes todos os dias do curso. É importante, pois afinal, são as grandes estrelas do trabalho. Eles foram recebidos com muito entusiasmos pelos alunos e ajudaram nas demonstrações e exemplos expostos pelos palestrantes.
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Estela, da diretoria Jurídica do INATAA, também superou seu trauma com o apoio do prof Gustavo
No último dia estivemos pela manhã no Lar Padre Vicente Melillo, onde tivemos a parte prática do curso. Nesta parte os alunos podem experienciar o trabalho que, muitas vezes, só viram na teoria, seja nas aulas do curso, seja através da internet ou reportagens na televisão, jornal, revistas. Além disso pudemos levar grande alegria aos idosos no domingo de Páscoa. Os voluntários estavam lá como parte das nossas visitas quinzenais e os alunos do curso puderam observá-los, ver como trabalham e como utilizam o cão para interagir com os idosos. Foi muito interessante para todos, pudemos perceber a emoção que a visita causou nos alunos, e a vontade maior ainda de dar continuidade aos próprios projetos.

Os alunos observaram a visita de AAA no Lar Pe Vicente Melillo

Os alunos observaram a visita de AAA no Lar Pe Vicente Melillo
Na tarde do último dia finalizamos o curso com atividades práticas onde os alunos puderam interagir ainda mais uns com os outros em seus grupos. Cada grupo era responsável por desenvolver exercícios com os cães para os pacientes. Nesta atividade tivemos a participação especial da mãe e irmã da Silvana Prado, nossa presidente. Agradecemos muito a presença das duas, que também gostaram de participar das atividades.
Ficamos muito felizes de saber que formamos novas amizades e novos profissionais que, com certeza, estarão logo colhendo frutos dos projetos que desenvolverão com grande vontade e afinco. Agradecemos a todos a oportunidade de conhecê-los e a confiança para virem e passarem estes quatro dias conosco!
Gostaríamos de agradecer todos os palestrantes que com grande vontade vieram apresentar suas aulas e mostrar excelentes trabalhos aos alunos. Vemos em cada um de vocês uma vontade sincera de trazer o que é de melhor para os alunos, muito obrigado!
Um grande obrigado também à equipe e voluntários do INATAA que estiveram presentes nestes dias auxiliando para que o curso fosse o melhor possível.
Um grande abraço a todos, e até o próximo curso!
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Assista o vídeo dos 4 dias do Curso Básico de A/E/TAA 2011:
Dia Internacional do Cão Guia
Foto: sheikyermami.com
Hoje é um dia muito importante, é o Dia Internacional do Cão Guia. Os cães guia são a maior referência para a população quando falamos de cães de serviço. Isso porque o auxílio ao deficiente visual foi, provavelmente, a primeira função “moderna” de trabalho dos cães para o homem. Moderna porque o cão sempre teve funções para o homem, seja a caça, pastoreio, guarda, tração, etc. Os primeiros cães guia datam da metade do século XVI, e as primeiras escolas de treinamento para cães guia foram fundadas na Alemanha durante a 1ª Guerra Mundial. Estes cães eram treinados para auxiliarem na mobilidade de veteranos de guerra que haviam sido feridos e perdido a visão durante o combate. Eles eram originalmente Pastores Alemães, hoje temos uma grande maioria de Labradores e Golden Retrievers trabalhando como cães guia, muitas vezes um cruzamento entre estas duas raças.
A partir dos cães guia, o homem pôde passar a usar a criatividade para utilizar as habilidades caninas em benefício das pessoas que precisavam delas. Hoje já temos cães de assistência à pessoas com diversos tipos de deficiência física (visual, auditiva, motora, locomotora,…), temos cães de assistência para o autismo, diabetes epilepsia e até mesmo cães que têm a função de identificar células cancerígenas em humanos. E muitas outras funções tem sido atribuidas aos cães, como os cães terapeutas, auxiliando sessões de terapias para o tratamento de saúde humana.
No Brasil a realidade dos cães de serviço é que ainda é uma área deficiente de recursos e conhecimento. Por mais que a lei garanta que o cão guia (só eles, por enquanto) podem ter acesso à TODOS os lugares, eles ainda sofrem do preconceito de algumas pessoas, e seus donos ainda precisam se apoiar na lei e lutar para que seus direitos sejam garantidos.
Mas com a informação, geração de conhecimento e educação podemos chegar longe. Até o dia em que veremos cães de serviço executando as mais diversas tarefas e auxiliando pessoas em necessidade em todos os lugares, sejam shoppings, escolas, hospitais, escritórios, metro, ônibus,… Veremos então um enorme respeito à estes seres que nos servem com prazer, amor e carinho, e que nos inspiram e mostram o quão melhores podemos ser.
Nós do INATAA gostaríamos de parabenizar todos aqueles envolvidos com o incrível trabalho de trazer os cães guia para a população deficiente visual. Seja em instituições de treinamento destes cães, seja realizando o enorme esforço de importar estes cães de outros países, seja dispondo-se como casa temporária para cães em treinamento ou, até mesmo, ajudando a divulgar e levar conhecimento sobre estes cães à população. Parabéns, e muito obrigado!
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Sugerimos aqui alguns links de instituições e projetos que trabalham para a promoção do cão guia no Brasil, seja treinando ou importando e adaptando estes cães para que possam ser doados para os deficientes visuais. Vale a nossa visita e apoio:
Escola de Cães Guia Helen Keller - http://www.caoguia.org.br
Instituto Íris - http://www.iris.org.br/default.asp
Cão Guia Brasil - http://www.caoguiabrasil.com.br/page/
Projeto Cão-Guia de Cego - http://www.mpdft.gov.br/sicorde/caoguia.htm
A USP está fundando um centro de treinamento para cães guia o Centro de Referência para o Cão-Guia. Estamos aguardando a evolução do projeto, veja a notícia na Época São Paulo: http://colunas.epocasp.globo.com/farejadorbichos/2011/04/27/dia-do-cao-guia-governo-paulista-lanca-programa-cao-guia/
Selecionamos alguns vídeos interessantes sobre os cães guia, assista abaixo:
Nossa homenagem à Valentina

Vavá

Vavá
Ontem recebemos a triste notícia que a Valentina, querida Vavá, nos deixou. Já com 12 anos de idade era uma das terapeutas aposentadas do INATAA. Trabalhou desde 2009 visitando os idosos no asilo Ondina Lobo, mesmo sofrendo de epilepsia, doença que foi contornada e com a qual convivia desde os dois anos de idade.
Vavá, como era chamada carinhosamente por todos, era uma Labradora alegre, abanava seu rabo para todos e se dava bem com pessoas e cães. Era uma terapeuta nata, sempre gostou de se aproximar das pessoas e sentar perto delas para receber carinhos. Gostaríamos de transmitir força e pensamentos positivos à Estela, voluntária que hoje, por causa da Vavá, integra a diretoria Jurídica do INATAA, auxiliando o Instituto em todas as questões jurídicas e também coordenando as visitas no asilo Ondina Lobo.
Estela, a Vavá foi especial e nunca será esquecida. Todos que puderam olhar seu rabinho abanando e o sorriso que mostrava ao ganhar nossos carinhos sempre irão lembrá-la com felicidade e ternura. Ela está guardada em seus corações e, como todos os incríveis cães terapeutas que passam por nós, é um exemplo para nós, para que nos tornemos criaturas melhores neste mundo.
Novamente, fazemos questão de colocar o que é o lema dos cães terapeutas e, certamente, da Vavá:
“Não devemos permitir que alguém saia de nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz” – Madre Teresa

Vavá sorrindo para a foto do calendário 2011

Estela e Vavá

No asilo Ondina Lobo, onde trabalhava
Palestrantes do Curso Básico: Dr. César Dinóla
Conheça o Prof. Dr. César Dinóla, palestrante da aula de “Controle de Saúde Animal” do Curso Básico de Atividade, Educação e Terapia Assistidas por Animais, que acontece em Abril e tem inscrições abertas até o dia 15/03.
Prof. Dr. César Dinóla:

Prof. Dr. César Augusto Dinóla

Prof. Dr. César Augusto Dinóla
Assessor Acadêmico & Responsável Técnico pelo Canil da Escola de Medicina Veterinária da Universidade Anhembi Morumbi (Laureate International Universities)
Possui graduação em Medicina Veterinária pela Universidade de São Paulo (1991), mestrado em Ciências Biológicas (Microbiologia) pela Universidade de São Paulo (1997) e doutorado em Ciências Biológicas (Microbiologia) pela Universidade de São Paulo (2002).
Atualmente é professor titular e assessor acadêmico da Universidade Anhembi Morumbi, professor titular da Universidade de Santo Amaro e professor assistente da Universidade de Guarulhos. Desenvolve pesquisas na área de Microbiologia, com ênfase em Microbiologia Médica, Biotecnologia (diversidade genética e evolução microbiana), Biosseguridade, Atividade e terapia assistida com animais (ATAA) e Bem estar animal. É Consultor Científico das Revistas Clínica Veterinária e Saúde Coletiva.d
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Faça sua inscrição para o III Curso Básico de A/E/TAA do INATAA. Informações através do site: www.inataa.org.br/cursos.htm
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Primeira sessão de Fisioterapia Assistida por Cães no Lar Pe Vicente Melillo

Alina auxiliando no exercício de massagem

Alina auxiliando no exercício de massagem
Na última segunda-feira, dia 21/02, as idosas do Lar Pe Vicente Melillo receberam uma sessão de fisioterapia um pouco diferente e certamente mais divertida. Foi a primeira sessão de Fisioterapia Assistida por Cães neste asilo, este é o novo projeto de TAA do INATAA. Lideradas pela fisioterapeuta Dra. Claudinéia, as voluntárias Cristina, Suely e Laís (desta vez, substituida pela Silvana), irão visitar semanalmente o asilo com seus cães, que auxiliam nos exercícios de fisioterapia propostos.
A primeira sessão foi muito boa. Apesar da chuva e das trovoadas, os cães responderam bem aos comandos. A dra. Claudinéia pode avaliar o grupo de idosas para saber quais os próximos passos com cada uma delas para a melhoria da movimentação, coordenação motora, elasticidade, equilíbrio e força.
Cada um dos cães tem um perfil diferente e pode auxiliar em diversos exercícios desde passar por baixo das pernas das idosas, carregar objetos, deitar-se para receber massagem com os pés, pular as pernas, entre outras habilidades. Estiveram nesta primeira sessão Alina (Bernese), Amadeus (s.r.d), Cindy (s.r.d) e Paraná (s.r.d). Nas próximas semanas as idosas conhecerão a Mel, Yorkshire Terrier da Laís.
Além das sessões de fisioterapia, o Lar Pe Vicente Melillo também passou a receber visitas de Atividade Assistida por Animais quinzenalmente aos domingos. O último domingo, dia 20/02, foi o primeiro dia de visita dos voluntários e seus cães (fotos fornecidas pela Cristiane, obrigada!). São 37 idosas que recebem a partir deste mês os benefícios da interação com os animais. Parabéns a todos os voluntários por mais essa realização!
Veja abaixo o vídeo da sessão de fisioterapia e as fotos das visitas:
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Veja o Slideshow com as fotos da fisioterapia e as fotos da visita do último domingo:
Cães de Terapia em Sessões de Aconselhamento – Dicas para Terapeutas
Fonte: Suite 101 (original text, in english) – Pet Therapy Dogs in Counseling Sessions – Tips for Therapists
Os terapeutas que usam cães em sessões de terapia podem aumentar a cura emocional. Estas dicas vão ajudar os orientadores que desejam incluir animais de terapia nas suas sessões.
A sessão de terapia pode ser bastante reforçada com cães terapeutas; esses animais são conhecidos por melhorar a relação terapeuta-paciente incentivando uma forte ligação social e emocional.
O amor incondicional e a ternura de um cão de terapia podem ajudar os pacientes a se sentirem relaxados e aceitos, o que os torna mais dispostos a se abrir aos terapeutas. Entretanto, antes da inclusão um cão de terapia em sessões de assistência, algumas questões muito importantes devem ser consideraradas:
Certificados de Treinador de Cães de Terapia
Os orientadores precisam assegurar que o treinador do cão de terapia e o cão são certificados por um respeitável programa de cães de terapia (que varia por região). “Os orientadores precisam encontrar um treinador que trabalhe com essa espécie de cliente”, diz Mia Carter, uma certificada treinadora de cães de terapia que criou o The Sick Dog Blog. “Diferentes cães de terapia são adequados para diferentes tipos de terapias. Por exemplo, não trabalho com crianças, outros treinadores somente trabalham com crianças.”
Carter explica que alguns treinadores se especializam somente em trabalhos com clientes com incapacidade de desenvolvimento, ou somente pacientes de saúde mental. E, poucos treinadores de cães se especializam em trabalhar com pacientes com fobias a cão (este processo usa um cão muito especial devido ao intenso medo causado pela experiência dos clientes).
Agendando um Cão de Terapia
Às vezes, os orientadores assumem que cães de terapia estão facilmente disponíveis para as sessões de terapia. No entanto, Carter explica que este não é o caso da maioria dos treinadores. “Devido a questões de viagem e agendamento, a maioria dos treinadores só escalam em “blocos”, diz ela. “Eu tenho um mínimo de quatro horas, muitos têm um mínimo de seis a oito horas. Assim, dependendo da política do treinador, pode ser necessário agendar vários clientes em sequência.”Além disso, a maioria de treinadores de cães – particularmente as especialidades de terapia mais originais do cão, como fobia ao trabalho – agendam em até semanas de antecedência.” Planejamento antecipado é um pré requisito para a eficácia da terapia assistida por animais!
Leia em:
- Psychological Help – Five Types of Counselors (Ajuda Psicológica – Cinco Tipos de Orientadores)
- Types of Psychology, Counseling, and Therapy (Tipos de Psicologia, Assistência e Terapia)
- Pet Therapy in Psychology (Terapia com Animais de Estimação na Psicologia)
Empregador do Terapeuta ou Organização – Exercício Público ou Particular?












