O INATAA

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O INATAA, Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistidas por Animais, é uma ong expoente na realização de diversas atividades relacionadas a Educação, Atividade e Terapias Assistidas por Animais, através da colaboração de voluntários e seus cães, voluntários sem cão e profissionais. Atende a diversas instituições como casas asilares e hospitais, nas áreas de psicologia, fisioterapia e fonoaudiologia. Sua equipe multidisciplinar realiza visitas e cursos de formação, visando a divulgação e expansão dos benefícios da interação Homem-Animal.

Doações

Para fazer uma doação:

INATAA
Banco Itaú
Agência: 0772
Conta Corrente: 64003-3
CNPJ: 10.624.316./0001-08

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PostHeaderIcon Ações Assistidas por Animais na Zootec 2013

A presidente do INATAA, Fátima Neves, esteve na Zootec 2013 palestrando sobre as Ações Assistidas por Animais e o INATAA. Confira o relato da sua experiência:

O Zootec é o maior evento técnico-científico da Zootecnia no Brasil. Contando com 23 edições, tendo a última edição em Cuiabá contado com 2.700 inscritos, congrega estudantes e profissionais da área da Zootecnia. Eram esperados mais de 3000 inscritos para o Zootec de 2013 em Foz do Iguaçu, ainda não temos os dados oficiais.

Fátima Neves participa da Zootec 2013

Fátima Neves participa da Zootec 2013

Tradicionalmente a Zootecnia trabalha com animais de produção, por exemplo, avicultura, bovinocultura, mas há alguns anos esse leque se abriu e o Zootecnista está inserido também em zoológicos, projetos com animais silvestres e agora chegou a vez do Zootecnista se abrir para os animais de companhia. Cães e gatos são um nicho de mercado ainda pouco explorado pelos Zootecnistas. Alimentação, melhoramento genético, bem estar e comportamento são bases da área de atuação do Zootecnista e isso está diretamente interligado com os animais de companhia e em especial com os animais que desenvolvem a TAA.
O INATAA foi indicado para levar as Ações Assistidas por Animais a esse público.
O evento foi grandioso, organizado pela Unioeste, muitas atividades ocorreram simultaneamente, subdivididas em temas. Impecável. A presidente do evento, Ana Alix Mendes Oliveira, simpática, atenciosa e incansável, formou uma equipe irretocável, desde nossa chegada, com membros sempre dispostos a nos atender, esclarecer as dúvidas e tornar nossa participação e nossa estada as melhores possíveis.
Emocionante ver tanta gente, de tantos lugares distintos, de todas as faixas etárias, de estudantes a profissionais com muita experiência, envolvidos e dedicados a transmitir, receber e compartilhar conhecimento, objetivando tornar seus profissionais cada vez melhores. Professores, muitos professores que não perdiam a menor oportunidade para associar uma frase, numa conversa, que até então era informal a um dado profissional de relevância.

Ana Alix, responsável pela organização do evento

Ana Alix, responsável pela organização do evento, e Fátima Neves, presidente do INATAA.

Eu, psicóloga, urbana, peixe fora d’água, certo? Errado! Impossível não ser envolvida por esse clima tão fértil de aprendizado e troca.
Mostramos na nossa palestra, o que são as Ações Assistidas por Animais, quem somos nós e o que fazemos. Colocamos as perspectivas e necessidade de pesquisas e documentação. E, lançamos uma reflexão aos profissionais de zootecnia:
“As configurações urbanas tiraram vários animais, principalmente o cão do convívio natural e funcional. Hoje temos cães de caça, de pastoreio, de faro, de corrida, inseridos em residências, em famílias, em geral sem outros cães, formando novos grupos.
Seria a A/E/TAA uma forma de recolocarmos os cães na condição de funcionais e colaboradores com os humanos, função que têm desde sempre?”
Fátima Neves – colaboração Tula Verusca Pereira

PostHeaderIcon Voluntariado INATAA

Posso ser voluntário sem cachorro?

Por Laís Milani, membro da diretoria de Terapia Assistida por Animais do INATAA
Muitas pessoas nos procuram porque acham nosso trabalho bonito e querem ajudar de alguma forma. Porém, algumas dessas pessoas não têm cachorro ou tem um cachorro que não possui perfil para o trabalho que o INATAA desenvolve, daí vem a pergunta: “Posso ser voluntário, mesmo sem cachorro?”
Claro que pode!!

o INATAA prioriza os voluntários sem cão para funções relacionadas à monitoria dos atendimentos

o INATAA prioriza os voluntários sem cão para funções relacionadas à monitoria dos atendimentos

O INATAA também busca voluntários sem cão para o trabalho, e eles são fundamentais nas nossas atividades.
Nas visitas, às vezes percebemos que alguns pacientes que não querem se aproximar dos cães, seja por medo, por não conhecê-los, por não estar se sentindo bem ou por inúmeras outras razões. Assim, temos que respeitar este paciente e não iremos nos aproximar dele com um cão. E é aí que entra o voluntário sem cão! Cabe ao voluntário sem cão realizar a aproximação com este paciente, entender o motivo pelo qual ele quer se manter afastado, explicar nosso trabalho, estabelecer um vínculo com este paciente e tentar introduzir o cão na relação para que este possa se beneficiar desta interação.
E se o assistido continuar não querendo o contato com o cão? Não tem problema! O voluntário sem cão continuará visitando-o normalmente, de forma que este não se sinta excluído da atividade realizada.
Outra situação comum é encontrar pacientes que dividem o mesmo quarto, onde um gosta de cachorro e o outro não. Nesses casos, deve-se respeitar o espaço do paciente, não entrando no quarto com o cão.

qualquer voluntario que quiser ajudar, seja com  ou sem cão, será muito bem vindo

qualquer voluntario que quiser ajudar, seja com ou sem cão, será muito bem vindo

E o paciente que esta lá e gosta de cachorro, vai ficar sem interagir com eles? Não! E é aqui que entra, novamente, o voluntário sem cão, realizando o contato com este paciente, ainda no quarto, e levando-o a outro local para interagir com o cão, de forma a que o cão não invada o espaço do paciente que não quer este contato.
No momento em que o voluntário está conduzindo um cachorro, ele tem que ficar muito atento ao cão e ao assistido, sendo necessário direcionar todo seu foco para esta relação. Enquanto que o voluntário sem cão consegue visualizar o atendimento como um todo, prestando atenção nos voluntários, pacientes e cães, de forma a melhor orientar os voluntários que estão conduzindo seus cães. Sendo assim, o INATAA prioriza os voluntários sem cão para funções relacionadas à monitoria dos atendimentos.
O trabalho com o cão exige tanta atenção do voluntário que está trabalhando que, visando manter a qualidade do nosso trabalho, o INATAA tem como regra que cada voluntário pode conduzir somente um cão por atendimento.
E os voluntários que possuem mais de um cão apto a realizar o trabalho? Não podem levar todos os cães para o atendimento?
Aí, novamente, entram os voluntários sem cão, que podem ser treinados para conduzirem cães de outros voluntários. Lembrando que é necessário que este cão seja treinado para ser conduzido por outro voluntário.
Os atendimentos realizados pelo INATAA chamam muita atenção, porém, para que estes aconteçam é necessária uma estrutura muito sólida e organizada. E este é outro foco de trabalho para um voluntário sem cão. O INATAA possui funções administrativas que são realizadas sem a necessidade do cão!
As possibilidades são muitas! E qualquer voluntario que quiser ajudar, seja com  ou sem cão, será muito bem vindo.
Mais importante que trabalhar com seu cão, é realizar o voluntariado com amor, doação e comprometimento! Para estes voluntários, a porta do INATAA estará sempre aberta!!
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Para aqueles interessados, o INATAA está com inscrições abertas para a próxima Palestra para novos Voluntários, que marca o início do treinamento de uma nova turma de voluntários trabalhando com ou sem cão. Os interessados devem enviar um email até amanhã (dia 03/05, sexta-feira) para voluntarios@inata.org.br

A palestra acontece no domingo, dia 05/05 as 9h

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PostHeaderIcon Dia Mundial do Autismo

A Terapia Assistida por Animais e o Autista

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Por Katia Aiello, Psicóloga e membro da diretoria de Comportamento Animal do INATAA
Com o passar dos anos, o conceito sobre autismo foi mudando e se transformando. Baseado nas minhas experiências, afirmo que o autista possui sim afetividade e pode ser muito carinhoso quando melhor compreendido.

A TAA com os autistas

Acho que o maior mérito do sucesso da TAA com os autistas está na pouca interferência dos profissionais nesse relacionamento no início do tratamento. O profissional é mais um observador, deixando que a aproximação ocorra progressivamente até que se estabeleça a confiança entre autista-cão e principalmente a empatia para que a afetividade aflore. Depois de instituída essa relação, ai sim, o profissional passa a “participar” da terapia. O interessante é que a criança só adquiriu total confiança no terapeuta após criar um vínculo amoroso com o cão e esse vínculo é criado com pouquíssima interferência do profissional.

Milla, Golden Retriever terapeuta

Milla, Golden Retriever terapeuta

Outra grande vantagem são os ótimos resultados nas diversas áreas de atuação. Um exemplo é o trabalho em parceria do psicólogo com o Terapeuta Ocupacional. Atividades como levar o cachorro para passear, escová-lo, alimentá-lo, são muito bem aceitas pelos autistas, inclusive os de baixo funcionamento.
Geralmente seguimos os seguintes processos:
1ª fase: no início faço sessões de terapia com meu próprio cachorro e na casa da criança para que se sinta mais confortável no seu ambiente. Durante as sessões vou avaliando as características da família para definir qual cão é mais adequado a essa estrutura familiar. Avalio disponibilidade da mãe, espaço físico, como a criança brinca/interage com um cão, a disponibilidade emocional de todos os integrantes que moram na casa para conviver com um cão terapeuta.
2ª fase: compra ou adoção do animal (teste comportamental). Esse processo é realizado junto com a criança.
3ª fase: o cão passa a conviver comigo e a ser treinado para se tornar um cão co-terapeuta para esse menino. Nessa fase as sessões de terapia são realizadas com a presença do meu cão e a introdução gradativa do filhote.
4ª fase: interação do cão na terapia sem a presença de outro cão, introdução do cão na família.
5ª fase: continuidade das sessões de terapia, mas já com o cão fazendo parte da família.

Cães adequados

1 – É recomendável um cão de porte grande, tranqüilo, que não estranhe comportamentos diferentes do habitual, que consiga ficar muito tempo na mesma posição, que saiba pegar e soltar a bolinha e saiba andar na guia em diversos ritmos (marcha).
2 – Considero um erro grave dizer que o autista não tem afetividade. Ele não consegue demonstrá-la. O profissional precisa ter muita paciência, pois o tratamento é lento, sendo que em várias sessões pode dar a impressão de não estar progredindo, mas com certeza ele está notando a presença do cão.
3 – O cão deve chegar perto da criança de forma espontânea, isto é, ele deve querer ficar perto sem ser obrigado. Uma dica é oferecer uma bolinha para a criança jogar. Caso ele não queira, jogue você, mas fique bem perto dos dois.
4- Conduza a sessão não só pelas atividades pré-estabelecidas, mas use a intuição e a criatividade.
Seguem algumas definições teóricas fundamentais para as pessoas interessadas no tema, mas que não tem muito conhecimento:

Definição

A expressão “autismo” foi utilizada pela primeira vez por Bleuler em 1911, para designar a perda do contato com a realidade, o que acarretava uma grande dificuldade ou impossibilidade de comunicação.

 o vínculo amoroso com o cão é criado com pouquíssima interferência do profissional

o vínculo amoroso com o cão é criado com pouquíssima interferência do profissional

Kanner, em 1943, usou a mesma expressão para descrever 11 crianças que tinham em comum comportamento bastante original. Sugeriu que se tratava de uma inabilidade inata de estabelecer contato afetivo e interpessoal e que era uma síndrome bastante rara, mas, provavelmente, mais freqüente do que o esperado, pelo pequeno número de casos diagnosticados. Em 1944, Asperger descreveu casos em que havia algumas características semelhantes ao autismo em relação às dificuldades de comunicação social em crianças com inteligência normal. Autismo não é uma doença única, mas sim um distúrbio de desenvolvimento complexo, definido de um ponto de vista comportamental, com etiologias múltiplas e graus variados de severidade. A apresentação fenotípica do autismo pode ser influenciada por fatores associados que não necessariamente sejam parte das características principais que definem esse distúrbio. Um fator muito importante é a habilidade cognitiva.

As manifestações comportamentais que definem o autismo incluem déficits qualitativos na interação social e na comunicação, padrões de comportamento repetitivos e estereotipados e um repertório restrito de interesses e atividades…http://www.scielo.br/pdf/jped/v80n2s0/v80n2Sa10.pdf
MÉTODOS
TEACCH – Tratamento e educação para crianças autistas e com distúrbios correlatos da comunicação. O TEACCH foi desenvolvido nos anos 60 no Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade da Carolina do Norte, Estados Unidos, e atualmente é muito utilizado em várias partes do mundo. O TEACCH foi idealizado e desenvolvido pelo Dr. Eric Schoppler, e atualmente tem como responsável o Dr. Gary Mesibov. O método TEACCH utiliza uma avaliação ao chamada PEP-R (Perfil Psicoeducacional Revisado) para avaliar a crianças levando em conta os seus pontos fortes e suas maiores dificuldades, tornando possível um programa individualizado. O TEACCH se baseia na organização do ambiente físico através de rotinas organizadas em quadros, painéis ou agendas – e sistemas de trabalho, de forma a adaptar o ambiente para tornar mais fácil para a criança compreende-lo, assim como compreender o que se espera dela. Através da organização do ambiente e das tarefas da criança, o TEACCH visa desenvolver a independência da criança de modo que ela necessite do professor para o aprendizado, mas que possa também passar grande parte de seu tempo ocupando-se de forma independente.
ABA – Análise aplicada do comportamento. O tratamento comportamental analítico do autismo visa ensinar a criança habilidades que ela não possui, através da introdução ao destas habilidades por etapas. Cada habilidade e ensinada, em geral, em esquema individual, inicialmente apresentando-a associada a uma indicação ou instrução. Quando necessário é oferecido algum apoio que deverá ser retirado tão logo seja possível, para não tornar a criança dependente dele.
O primeiro ponto importante é tornar o aprendizado agradável para a criança. O segundo ponto é ensinar a criança a identificar os diferentes estímulos. A principal critica ao ABA é também, como no TEACCH, a de supostamente robotizar as crianças. Outra critica a este método é que ele é caro.
PECS – Sistema de comunicação através da troca de figuras. O PECS foi desenvolvido para ajudar crianças e adultos autistas e com outros distúrbios de desenvolvimento a adquirir de comunicação. O sistema é utilizado primeiramente com indivíduos que não se comunicam ou que possuem comunicação, mas a utilizam com baixa eficiência. O PECS visa ajudar a criança a perceber que através da comunicação ela pode conseguir muito mais rapidamente as coisas que deseja, estimulando-se assim a comunicar-se.
Referências:
http://www.caleidoscopio-olhares.org/artigos/Palestra%20Gillberg%2020051010.pdf
http://www.universoautista.com.br/autismo/modules/news/article.php?storyid=399
http://www.usp.br/agen/?p=52266
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=31652&op=all
http://www.ic.unicamp.br/~wainer/cursos/906/trabalhos/autismo.pdf

PostHeaderIcon Curso Básico 2012

Mais um curso de sucesso do INATAA!

Do dia 15 a 18 de novembro, o INATAA promoveu o Curso Básico de Terapia Assistida por Animais, no bairro de Perdizes, em São Paulo (SP).

O Curso abordou temas como procedimentos e técnicas do trabalho terapêutico com o uso de animais e contou com a presença de 22 alunos de várias regiões do Brasil, que puderam entender melhor e ver de perto a prática de quem tem experiência na área.

A seguir, confira o vídeo do curso e os depoimentos de alguns dos nossos alunos participantes:

“Estou muito feliz por ter participado do Curso Básico de TAA organizado pelo INATAA! Superou minhas expectativas em todos os sentidos: estrutura, conteúdo e troca de experiências. Posso dizer com certeza que foi um grande passo para seguir em frente com meus projetos e o início de grandes parcerias! Amei conhecer todos os cães terapeutas, cada um com sua característica, mas todos muito doces, espertos e apaixonantes. Já sinto imensa saudade e não vejo a hora de nos reencontrarmos no próximo curso! Agradeço imensamente a equipe do INATAA pela oportunidade mágica que vivenciei”.
Cristiana

“Parabéns a toda equipe do INATAA pela organização do curso. Foi evidente a sintonia de toda a organização, tornando  assim um ambiente descontraído e, mesmo sendo um curso de 4 dias, menos cansativo. Obrigada por todo conhecimento divido e pelas experiências compartilhadas, aprendemos muito com elas . Foi muito bom estar com todos vocês nesses 4 dias”.
Franciele

“Curso perfeito para quem quer conhecer gente nova, trocar experiência, se aprofundar nos conhecimentos de TAA ou iniciar um projeto. A qualidade dos profissionais palestrantes e a organização do INATAA garantiu o alto nível de informações e aprendizagem. A presença constante dos cães dá um toque pra lá de especial, proporcionando momentos agradáveis e inesquecíveis”.
Ana Cristina

“Amei o curso. Vocês estão de parabéns. Me senti realizada em ver que tudo que escrevi em meu TCC – e que convivi com muito preconceito – estava ao vivo e a cores na minha frente. Poder compartilhar desta paixão com tantas pessoas de tantos lugares diferentes! Obrigada por esta oportunidade! E mãos a obra! Espero revê-los em breve!”.
Arícia Raquel

Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=FaVOhe9XoOA&list=UUQaRz1zN71kznK_-3btGcaQ&index=1

Agradecemos a ajuda do CEFAC que disponibilizou o local para que as palestras acontecessem e as empresas Buddy Toys, Manuka e Petgames que nos doaram produtos para serem sorteados aos alunos.

Se você perdeu essa oportunidade, fique tranquilo, o INATAA promove cursos como esse todos os semestres. O próximo será sobre Adestramento em A/E/TAA.
Continuem acompanhando nosso blog e curtam nossa página no Facebook http://www.facebook.com/ONG.INATAA?fref=ts para saberem de todas as novidades e programações do INATAA.

PostHeaderIcon INATAA na Feira Hospitalar 2012

Este ano voltamos à Feira Hospitalar com os cães terapeutas novamente à convite da SOBRATI (Sociedade Brasileira de Terapia Intensiva). Foi um grande prazer estar no estande mostrando o trabalho de Terapia e Atividade Assistidas por Animais para os visitantes da feira.

No primeiro dia, terça-feira, a Yorkshire Mel, a Golden Lola e o s.r.d Zequinha fizeram muito sucesso no pavilhão do Expo Center Norte, chamaram a atenção de todos e ajudaram muito na divulgação do trabalho do INATAA junto com a Laís Milani e Kátia Aiello. Tivemos todo o apoio do Dr. Douglas Ferrari, da SOBRATI, que caminhou conosco pela feira.

Fátima Neves durante a palestra (Foto: Laís Milani)

Fátima Neves durante a palestra (Foto: Laís Milani)

No dia seguinte o INATAA participou do IV Congresso Hospitalar de Emergência e Terapia Intensiva, promovido pela própria SOBRATI, que aconteceu paralelamente à feira também no Expo Center Norte. Nossa presidente, Fátima Neves falou sobre a Terapia e Atividade Assistida por Animais, na Palestra Internacional ONU – Humanização na UTI (The Never Ending Journey) / Cães Terapêuticos – Psicologia. Ela foi acompanhada pela Cristiane e Laís, com os cães Aníbal e Thor.
Na sequência, algumas fotos e vídeo do evento

Zequinha e Kátia (Foto: Laís Aranha/Bicho Grilo Fotografia)

Zequinha e Kátia (Foto: Laís Aranha/Bicho Grilo Fotografia)

Lola, fazendo amigos da feira (Foto: Laís Aranha/Bicho Grilo Fotografia)

Lola, fazendo amigos da feira (Foto: Laís Aranha/Bicho Grilo Fotografia)

Thor, Labrador, durante a palestra (Foto: Laís Milani)

Thor, Labrador, durante a palestra (Foto: Laís Milani)

Melzinha (Foto: Laís Aranha/Bicho Grilo Fotografia)

Melzinha (Foto: Laís Aranha/Bicho Grilo Fotografia)

Lola, ajudando na divulgação da TAA na Feira (Foto: Laís Aranha/Bicho Grilo Fotografia)

Lola, ajudando na divulgação da TAA na Feira (Foto: Laís Aranha/Bicho Grilo Fotografia)

Zequinha e Kátia (Foto: Laís Aranha/Bicho Grilo Fotografia)

Zequinha e Kátia (Foto: Laís Aranha/Bicho Grilo Fotografia)

PostHeaderIcon Grupos de Estudos Gratuitos em Agosto

No dia 07 de agosto, domingo, a fisioterapeuta Claudinéa Guedes Yamashiro, especialista em Acupuntura Tradicional Chinesa e Fisioterapia Ortopédica e Traumatológica, realizará dois grupos de estudos gratuitos, “Fisioterapia Preventiva na Terceira Idade” e “Prevenção e Controle de Dores e Alterações na Coluna Vertebral”.

Programação:
Grupo de Prevenção e Controle de Dores e Alterações na Coluna Vertebral
Grupo de Fisioterapia Preventiva na Terceira Idade

Para Inscrições e Maiores Informações:
Fisioterapia & Acupuntura Claudinéa Yamashiro
Rua Jorge Tibiriça, 123 – Próximo ao metro santa cruz
Tel. 11-8159-9815/11-5573-0869
http://fisioterapiaeacupuntura.blogspot.com/

PostHeaderIcon INATAA no Circo do Seu Lé

Circo do Seu Lé e o cão Puffy

Circo do Seu Lé e o cão Puffy, terapeuta do INATAA

Estaremos presentes no último final de semana da peça “O Domador de Férias” do Circo do Seu Lé, no Teatro Folha. A peça é um sucesso que emociona e alegra adultos e crianças e convidamos todos.
E você ainda poderá colaborar com nosso trabalho, comprando os produtos da ONG, que estarão disponíveis para venda na saída do espetáculo.
Teatro Folha:
Av. Higienópolis, 618 (Shopping Pátio Higienópolis) – Piso 2 - Telefone: 11-3823-2323
Ingressos a R$ 30,00

PostHeaderIcon Como foi o II Curso de Adestramento em TAA

Nos dias 24, 25 e 26 de junho realizamos o II Curso de adestramento em TAA. Este curso é destinado a pessoas que queiram treinar o seu próprio cão para o trabalho como co-terapeuta e/ou trabalhar na área em A/E/TAA.
Nós do INATAA, ficamos felizes em participar do início de novos projetos em Atividade e Terapia Assistida por Animais.
A turma do II curso de adestramento em TAA 2011

A turma do II curso de adestramento em TAA 2011

Contanto com alunos de diversas regiões do Brasil, o curso foi realizado na DogPlace (www.dogplace.com.br), nossa mais nova parceira. Agradecemos a proprietária Raquel e toda sua equipe por toda dedicação e carinho nestes três dias de curso.
No final, nossos alunos foram presenteados com brinquedos da nossa parceira Buddy Toys & Care. Todos adoraram os presentes e, temos certeza, farão seus futuros cães terapeutas ainda mais felizes.

PostHeaderIcon INATAA no programa Hoje em Dia

Foi ao ar uma reportagem do programa Hoje em Dia, da rede Record, sobre a Terapia Assistida por Animais. A reportagem mostrou o trabalho do INATAA de Fisioterapia Assistida por Animais no Lar Pe Vicente Melillo e também o trabalho da Pérola, uma Kuvaz terapeuta que trabalha no hospital de Guarulhos.
Assista o vídeo abaixo:

PostHeaderIcon Curso Básico de A/E/TAA 2011!

Aqui estão as tão esperadas notícias do último Curso Básico de E/A/TAA! Ele aconteceu no feriado de Páscoa, nos dias 21, 22, 23 e 24 de Abril. Foram quatro dias de muito trabalho, novos conhecimentos e interação entre alunos de diversas cidades e diversas profissões. Todos com um grande interesse em comum, utilizar os animais para o bem-estar humano.
A turma do Curso Básico 2011!

A turma do Curso Básico 2011!

O Curso foi um grande sucesso, todas as vagas foram preenchidas, tivemos alunos de várias partes do Brasil. Vieram de Cascavel–PR, Descalvado-SP, Ilha do Governador–RJ, Santo André–SP, Rio Verde–GO, Passos–MG, Rio de Janeiro–RJ, Montenegro–RS, Sapucaia do Sul–RS, Araraquara-SP, Arujá–SP, Águas Claras–DF, Araguari–MG, Itajaí–SC e São Paulo-Capital. Isso nos traz enorme satisfação, pois o objetivo de expandir a A/E/TAA pelo país está sendo concretizado. Sem apoio e troca de informações isso não seria possível. É um grande prazer para o INATAA apoiar e auxiliar pessoas que estejam fundando novos projetos pelo país.
Os alunos aproveitaram muito o conteúdo do curso e pudemos perceber que estavam ávidos em começar um trabalho de Terapia Assistida por Animais em suas cidades. Fizeram novas amizades e formaram novas frentes para este trabalho. A turma foi muito homogênea e muito interessada, tinhamos fisioterapeutas, adestradores, veterinários, psicólogos, biólogos e outros profissionais que puderam acrescentar um pouco de sua própria experiência para os colegas de turma. Tentamos passar o máximo de informações e tirar a maior quantidade de dúvidas sobre todos os assuntos abordados.
Andraa e Luanda, da Fundação Passo Firme de Equoterapia

Andraa e Luanda, da Fundação Passo Firme de Equoterapia com Marisa, coordenadora de Cursos do INATAA

Neste curso uma das maiores conclusões tiradas pelos alunos é a de que ninguém trabalha sozinho na A/E/TAA. A dinâmica do trabalho exige uma equipe multidisciplinar, o adestrador precisa trabalhar com o veterinário, com o fisioterapeuta, com o psicólogo, com o fonoaudiólogo e por aí vai. Os alunos participaram da Dinâmica de Grupos no segundo dia para aprender isso, cada profissional leva as suas habilidades e características para o trabalho e é preciso aprender e respeitar o trabalho de cada integrante da equipe.
O curso básico introduz os alunos no universo da A/E/TAA, mostra o quão úteis os animais podem ser e a grande quantidade de benefícios que eles nos trazem. Mas também, mostra informações importantíssimas quanto ao manejo destes animais, cuidados com a saúde deles e dos pacientes, mostra que o comportamento adequado dos animais é primordial para o trabalho ser seguro e eficiente, e também traz conhecimentos básicos de estruturação de seus próprios projetos.
Marisa, Fátima e Laís com a profa Marie Odile, da aula de Pesquisa Científica na A/E/TAA

Marisa, Fátima e Laís com a profa Marie Odile, da aula de Pesquisa Científica na A/E/TAA

Superando traumas, Danielle se entende com o Robertinho

Superando traumas, Danielle se entende com o Robertinho

Um dos pontos altos do curso deste ano foi a aula de Animais não Convencionais na A/E/TAA com o professor, Dr Gustavo Bauer. Ele levou uma surpresa que só foi revelada no final da aula. Duas cobras participaram da aula para que os alunos interagissem com elas. Foi uma experiência totalmente nova para quase todos os alunos, inclusive tivemos alunos (e equipe do INATAA) que conseguiram vencer traumas e acariciar os animais.

Apesar do feriadão emendado, conseguimos curtir almoços agradáveis. Seja na padaria, no restaurante italiano ou mesmo no próprio CEFAC. As conversas e trocas foram muito ricas entre os alunos e palestrantes.
E é claro que os cães terapeutas estiveram presentes todos os dias do curso. É importante, pois afinal, são as grandes estrelas do trabalho. Eles foram recebidos com muito entusiasmos pelos alunos e ajudaram nas demonstrações e exemplos expostos pelos palestrantes.

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Estela, da diretoria Jurídica do INATAA, também superou seu trauma com o apoio do prof Gustavo

Estela, da diretoria Jurídica do INATAA, também superou seu trauma com o apoio do prof Gustavo

No último dia estivemos pela manhã no Lar Padre Vicente Melillo, onde tivemos a parte prática do curso. Nesta parte os alunos podem experienciar o trabalho que, muitas vezes, só viram na teoria, seja nas aulas do curso, seja através da internet ou reportagens na televisão, jornal, revistas. Além disso pudemos levar grande alegria aos idosos no domingo de Páscoa. Os voluntários estavam lá como parte das nossas visitas quinzenais e os alunos do curso puderam observá-los, ver como trabalham e como utilizam o cão para interagir com os idosos. Foi muito interessante para todos, pudemos perceber a emoção que a visita causou nos alunos, e a vontade maior ainda de dar continuidade aos próprios projetos.
Os alunos observaram a visita de AAA no Lar Pe Vicente Melillo

Os alunos observaram a visita de AAA no Lar Pe Vicente Melillo

Na tarde do último dia finalizamos o curso com atividades práticas onde os alunos puderam interagir ainda mais uns com os outros em seus grupos. Cada grupo era responsável por desenvolver exercícios com os cães para os pacientes. Nesta atividade tivemos a participação especial da mãe e irmã da Silvana Prado, nossa presidente. Agradecemos muito a presença das duas, que também gostaram de participar das atividades.

Ficamos muito felizes de saber que formamos novas amizades e novos profissionais que, com certeza, estarão logo colhendo frutos dos projetos que desenvolverão com grande vontade e afinco. Agradecemos a todos a oportunidade de conhecê-los e a confiança para virem e passarem estes quatro dias conosco!
Gostaríamos de agradecer todos os palestrantes que com grande vontade vieram apresentar suas aulas e mostrar excelentes trabalhos aos alunos. Vemos em cada um de vocês uma vontade sincera de trazer o que é de melhor para os alunos, muito obrigado!
Um grande obrigado também à equipe e voluntários do INATAA que estiveram presentes nestes dias auxiliando para que o curso fosse o melhor possível.
Um grande abraço a todos, e até o próximo curso!

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Assista o vídeo dos 4 dias do Curso Básico de A/E/TAA 2011:

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Feira Reatech 2011

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