Posts Tagged ‘terapia’
Animais em Hospitais – parte 3
Muito além de um cão.
Por Katia Aiello, Psicóloga e Adestradora Comportamentalista, membro da diretoria de Comportamento Animal do INATAA
É com enorme satisfação que recebemos a notícia que o hospital Albert Einstein proporciona aos pacientes internados momentos no qual podem receber a visita de seus cães (clique aqui para ler a matéria publicada pela Folha). Há tempos sabemos da importância afetiva que um cão favorece aos seres humanos e podemos ver a satisfação dos pacientes internados no Instituto Dante Pazzanese quando vamos visitá-los.
Embora seja de uma significância infinita o contato entre paciente e animais de estimação, nossa experiência fez com que percebêssemos o quanto equivocado pode se tornar um projeto de levar cães a hospitais, caso não seja tomado os cuidados necessários tanto na saúde quanto no comportamento do cão. Para que se cumpra o papel desejado, é indispensável que o cão seja sociável não podendo de forma alguma apresentar medo, agressividade, dominância. Esse ideal de um cão terapeuta é alcançado através de um treinamento específico para cães de terapia assistida por animais.

Zequinha, o "paciente" do dia, trabalhando com as crianças internadas no Inst. Dante Pazzanese de Cardiologia
O treinamento de um cão terapeuta é dividido em 3 etapas:
-
Socialização: o cão aprende a conviver desde filhote com outros cães, outros animais e pessoas de todas as faixas etárias. Ele passa a freqüentar ambientes comuns ao seres humanos como padarias, shopping, casa de amigos de seu dono, enfim é um cão com uma vida social plena e de cumplicidade com seus “familiares”
-
Dessensibilização: um cão não pode ficar assustado ou violento quando percebe algo diferente ao seu redor. Ele deve estar preparado para situações inusitadas, como por exemplo, as vividas em um hospital (barulho de macas andando pelo corredor, cheiro de produtos de limpeza específicos para ambiente hospitalar, o afago e contato com pessoas estranhas). Para que tenha o comportamento correto nesses ambientes, o cão terapeuta precisa ser dessensibilizado, passando por diversas situações que com o tempo se tornam familiares a ele.
-
Adestramento básico: o mínimo exigido de um cão terapeuta é que ele saiba sentar, ficar, deitar e não puxar a guia ao andar. Esse adestramento é realizado sempre com reforço positivo.
Enfim, ao ter esses cuidados levados em consideração, o cão terapeuta pode entrar e se comportar educadamente em qualquer instituição garantindo com tranqüilidade um convívio harmonioso entre cães e humanos.
g
Para saber mais sobre Comportamento Animal e socialização dos cães terapeutas clique aqui
g
Leia a série completa sobre Animais em Hospitais:
Nota da Presidente do INATAA sobre a notícia do Hospital Albert Einstein
Parte 1 - Terapia Assistida por Animais em Hospitais
Parte 2 – Protocolo de controle de saúde para Cães Terapeutas
Animais em Hospitais – parte 2
Protocolo de controle de saúde para Cães Terapeutas
Por Patricia Maria Pascoal Maykot, Veterinária e diretora de Saúde Animal do INATAA
Quando um animal é selecionado para ser terapeuta, a pessoa que cuida e tem a posse deste animal tem que saber que os cuidados requeridos para este animal são bem mais exigentes, pois animais que frequentam hospitais, asilos entre outros, necessitam de extrema higiene. Por isso temos que estabelecer certos protocolos para que o relacionamento entre o homem e o animal seja da forma mais harmoniosa e saudável possível.
Qualquer patologia que limite o animal terapeuta ou que possa ser prejudicial a outros animais e/ou ao ser humano deve-se afastá-lo temporariamente até que se recupere e retorne suas atividades.
Exigências e cuidados com a saúde de um Cão Terapeuta

Golden Retriever Kailana ganha um abraço de uma das enfermeiras após atendimento
Um cão terapeuta precisa sempre vacinar com vacina CA2PL-PC (popularmente chamada de V8 ou V10), Raiva, Tosse dos Canis e Giardia e devem ser reaplicadas anualmente.
A prevenção é um bom método de evitar as infecções parasitárias, portanto o controle parasitário é auxiliado por uma boa higiene; além de vários produtos comerciais existentes para combater estes parasitas (sempre sob a orientação de um médico veterinário). Além disso, exame coproparasitológico periódico (a cada 4 meses para o cão terapeuta) é um bom instrumento para termos um maior controle e nos certificarmos que nosso cão está livre de endoparasitoses.
Devido à facilidade da pulga de proliferar e transmitir doenças, assim como os carrapatos deve-se mensalmente utilizar produtos comerciais contra esses parasitas. Com isso também evitamos que os lugares visitados pelos cães terapeutas fiquem livres destes parasitas.
O odor proveniente do animal deve ser levado em consideração, porque ninguém quer um animal sujo e fétido ao seu lado. Os odores na pelagem geralmente se originam de lugares como a boca, orelhas, pés e períneo. Essas áreas devem ser checadas e lavadas cuidadosamente. A maioria dos xampus removem os odores típicos que os cães adquirem. Em muitos casos, o odor é uma indicação de doença de pele. É muito importante também, que estes animais tenham uma boa higiene bucal. Limpezas de tártaro podem ser recomendadas para alguns animais.
Animais que estão com infecções nos ouvidos sofrem alterações comportamentais, podendo ficar irritáveis e agressivos com os membros da família como resultado da dor no ouvido. Por este motivo orientamos os proprietários de cães terapeutas que evitem levar seus animais à assistência, retornado apenas após a cura total; pois o assistido pode manipular o ouvido deste animal e, por estar sensível, este pode agredi-lo.
Após a detecção de alguma alteração no pêlo ou na pele do animal, deve-se afastá-lo do convívio de outros animais terapeutas e do contato com os pacientes que estão sendo assistidos por esse animal até que se identifique a doença e o risco que esta pode significar. Deve-se atentar também que além do risco de se transmitir a doença existe o fator estético, pois há pacientes que se recusarão a manipular estes animais por nojo e/ou medo de ficar doente.
Portanto ao menor sinal de alteração deve-se encaminhar o animal ao veterinário, que realizará testes de pesquisa e métodos laboratoriais caso um diagnóstico definitivo não puder ser feito apenas a partir da história do caso e do exame clínico, fornecendo assim uma base lógica para o tratamento terapêutico bem sucedido.
Higiene do Animal
Orientar o proprietário a manter as unhas sempre cortadas e lixadas; manter o cão limpo e bem tratado, para isto seria indicado banho semanal e de preferência próximo à data da visita.
O proprietário ou pessoa que acompanha o animal durante a assistência deve ser orientado a levar lenços umedecidos para realizar a limpeza das patas de seu animal ao entrar e sair do local visitado.
Deve-se também de levar o seu animal para urinar e defecar antes de entrar no prédio aonde será realizado a assistência e caso ocorra por acidente, este é responsável pela limpeza imediata do local. Para isso, o acompanhante tem que carregar consigo sacos para coleta das fezes e papel absorvível e desinfetante para limpeza da urina.
Manter as unhas curtas, a pele dos idosos costuma ser muito mais fina e delicada, por isso é muito importante que as unhas dos animais estejam sempre cortadas ou lixadas para evitar que possam causar danos.
Vantagens da Castração
A castração é recomendada, uma fêmea no cio não deve participar das atividades por uma questão de higiene e para evitar que cause brigas ou distração entre os machos não castrados presentes.
Muitas são as vantagens conseguidas na castração precoce. Os animais submetidos à castração precoce parecem tornar-se mais obedientes, mais tranquilos, dóceis, menos propensos a perambular; parecem também manter o comportamento juvenil (que é muito desejável). São citadas também vantagens relativas à saúde, como, por exemplo, a diminuição do risco de tumores de mama em caninos.
Leia a série completa sobre Animais em Hospitais:
Nota da Presidente do INATAA sobre a notícia do Hospital Albert Einstein
Parte 1 - Terapia Assistida por Animais em Hospitais
Parte 3 – Muito além de um cão (comportamento animal)
Dia Mundial do Autismo
A Terapia Assistida por Animais e o Autista
Com o passar dos anos, o conceito sobre autismo foi mudando e se transformando. Baseado nas minhas experiências, afirmo que o autista possui sim afetividade e pode ser muito carinhoso quando melhor compreendido.
A TAA com os autistas
Acho que o maior mérito do sucesso da TAA com os autistas está na pouca interferência dos profissionais nesse relacionamento no início do tratamento. O profissional é mais um observador, deixando que a aproximação ocorra progressivamente até que se estabeleça a confiança entre autista-cão e principalmente a empatia para que a afetividade aflore. Depois de instituída essa relação, ai sim, o profissional passa a “participar” da terapia. O interessante é que a criança só adquiriu total confiança no terapeuta após criar um vínculo amoroso com o cão e esse vínculo é criado com pouquíssima interferência do profissional.

Milla, Golden Retriever terapeuta

Milla, Golden Retriever terapeuta
Outra grande vantagem são os ótimos resultados nas diversas áreas de atuação. Um exemplo é o trabalho em parceria do psicólogo com o Terapeuta Ocupacional. Atividades como levar o cachorro para passear, escová-lo, alimentá-lo, são muito bem aceitas pelos autistas, inclusive os de baixo funcionamento.
Geralmente seguimos os seguintes processos:
1ª fase: no início faço sessões de terapia com meu próprio cachorro e na casa da criança para que se sinta mais confortável no seu ambiente. Durante as sessões vou avaliando as características da família para definir qual cão é mais adequado a essa estrutura familiar. Avalio disponibilidade da mãe, espaço físico, como a criança brinca/interage com um cão, a disponibilidade emocional de todos os integrantes que moram na casa para conviver com um cão terapeuta.
2ª fase: compra ou adoção do animal (teste comportamental). Esse processo é realizado junto com a criança.
3ª fase: o cão passa a conviver comigo e a ser treinado para se tornar um cão co-terapeuta para esse menino. Nessa fase as sessões de terapia são realizadas com a presença do meu cão e a introdução gradativa do filhote.
4ª fase: interação do cão na terapia sem a presença de outro cão, introdução do cão na família.
5ª fase: continuidade das sessões de terapia, mas já com o cão fazendo parte da família.
Cães adequados
1 – É recomendável um cão de porte grande, tranqüilo, que não estranhe comportamentos diferentes do habitual, que consiga ficar muito tempo na mesma posição, que saiba pegar e soltar a bolinha e saiba andar na guia em diversos ritmos (marcha).
2 – Considero um erro grave dizer que o autista não tem afetividade. Ele não consegue demonstrá-la. O profissional precisa ter muita paciência, pois o tratamento é lento, sendo que em várias sessões pode dar a impressão de não estar progredindo, mas com certeza ele está notando a presença do cão.
3 – O cão deve chegar perto da criança de forma espontânea, isto é, ele deve querer ficar perto sem ser obrigado. Uma dica é oferecer uma bolinha para a criança jogar. Caso ele não queira, jogue você, mas fique bem perto dos dois.
4- Conduza a sessão não só pelas atividades pré-estabelecidas, mas use a intuição e a criatividade.
Seguem algumas definições teóricas fundamentais para as pessoas interessadas no tema, mas que não tem muito conhecimento:
Definição
A expressão “autismo” foi utilizada pela primeira vez por Bleuler em 1911, para designar a perda do contato com a realidade, o que acarretava uma grande dificuldade ou impossibilidade de comunicação.

o vínculo amoroso com o cão é criado com pouquíssima interferência do profissional
Kanner, em 1943, usou a mesma expressão para descrever 11 crianças que tinham em comum comportamento bastante original. Sugeriu que se tratava de uma inabilidade inata de estabelecer contato afetivo e interpessoal e que era uma síndrome bastante rara, mas, provavelmente, mais freqüente do que o esperado, pelo pequeno número de casos diagnosticados. Em 1944, Asperger descreveu casos em que havia algumas características semelhantes ao autismo em relação às dificuldades de comunicação social em crianças com inteligência normal. Autismo não é uma doença única, mas sim um distúrbio de desenvolvimento complexo, definido de um ponto de vista comportamental, com etiologias múltiplas e graus variados de severidade. A apresentação fenotípica do autismo pode ser influenciada por fatores associados que não necessariamente sejam parte das características principais que definem esse distúrbio. Um fator muito importante é a habilidade cognitiva.

o vínculo amoroso com o cão é criado com pouquíssima interferência do profissional
As manifestações comportamentais que definem o autismo incluem déficits qualitativos na interação social e na comunicação, padrões de comportamento repetitivos e estereotipados e um repertório restrito de interesses e atividades…http://www.scielo.br/pdf/jped/v80n2s0/v80n2Sa10.pdf
MÉTODOS
TEACCH – Tratamento e educação para crianças autistas e com distúrbios correlatos da comunicação. O TEACCH foi desenvolvido nos anos 60 no Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade da Carolina do Norte, Estados Unidos, e atualmente é muito utilizado em várias partes do mundo. O TEACCH foi idealizado e desenvolvido pelo Dr. Eric Schoppler, e atualmente tem como responsável o Dr. Gary Mesibov. O método TEACCH utiliza uma avaliação ao chamada PEP-R (Perfil Psicoeducacional Revisado) para avaliar a crianças levando em conta os seus pontos fortes e suas maiores dificuldades, tornando possível um programa individualizado. O TEACCH se baseia na organização do ambiente físico através de rotinas organizadas em quadros, painéis ou agendas – e sistemas de trabalho, de forma a adaptar o ambiente para tornar mais fácil para a criança compreende-lo, assim como compreender o que se espera dela. Através da organização do ambiente e das tarefas da criança, o TEACCH visa desenvolver a independência da criança de modo que ela necessite do professor para o aprendizado, mas que possa também passar grande parte de seu tempo ocupando-se de forma independente.
ABA – Análise aplicada do comportamento. O tratamento comportamental analítico do autismo visa ensinar a criança habilidades que ela não possui, através da introdução ao destas habilidades por etapas. Cada habilidade e ensinada, em geral, em esquema individual, inicialmente apresentando-a associada a uma indicação ou instrução. Quando necessário é oferecido algum apoio que deverá ser retirado tão logo seja possível, para não tornar a criança dependente dele.
O primeiro ponto importante é tornar o aprendizado agradável para a criança. O segundo ponto é ensinar a criança a identificar os diferentes estímulos. A principal critica ao ABA é também, como no TEACCH, a de supostamente robotizar as crianças. Outra critica a este método é que ele é caro.
PECS – Sistema de comunicação através da troca de figuras. O PECS foi desenvolvido para ajudar crianças e adultos autistas e com outros distúrbios de desenvolvimento a adquirir de comunicação. O sistema é utilizado primeiramente com indivíduos que não se comunicam ou que possuem comunicação, mas a utilizam com baixa eficiência. O PECS visa ajudar a criança a perceber que através da comunicação ela pode conseguir muito mais rapidamente as coisas que deseja, estimulando-se assim a comunicar-se.
Referências:
http://www.caleidoscopio-olhares.org/artigos/Palestra%20Gillberg%2020051010.pdf
http://www.universoautista.com.br/autismo/modules/news/article.php?storyid=399
http://www.usp.br/agen/?p=52266
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=31652&op=all
http://www.ic.unicamp.br/~wainer/cursos/906/trabalhos/autismo.pdf
21 de Março – Dia Internacional da Síndrome de Down
Neste dia, a nossa homenagem será em forma de uma história adorável de um menino com Síndrome de Down e a sua porquinha terapeuta, Twinkie.
Menino com Síndrome de Down recebe a ajuda de Twinkie, uma porquinha terapeuta.

Fonte: Daily Mail http://www.dailymail.co.uk/news/article-2236016/Twinkle-therapy-pig-boy-Down-syndrome-center-local-law-dispute-threatens-away-family.html
“Ela o acalma quando está muito agitado” diz Heather Ray, mãe de Kason, de 8 anos. “Ele fica agitado com facilidade, ela tem um efeito calmante para ele, ela lhe dá a aceitação que muitas pessoas com necessidades especiais não recebem da nossa sociedade, infelizmente”.
A porquinha de 7 semanas de idade é muito educada, faz suas necessidades em uma caixinha de areia (para gatos) e mostra seu rabinho abanando de um lado para o outro todo o tempo. Ela é uma terapeuta emocional oficial para seu amigo Kason.
Sua mãe ainda completa “Acho que para mim é a coisa mais importante como mãe, vê-lo receber amor incondicional e aceitação”
Quando pensaram em um animalzinho para Kason, seus pais precisaram descartar a opção de um cão ou um gato. Seu pai é altamente alérgico à eles. Mas porquinhos miniatura são hipoalergenicos, então foi a opção escolhida, e funcionou muito bem. Kanson e Twinkie são melhores amigos.
Três semanas após a chegada de Twinkie, a família de Kason foi informada que, de acordo com as leis de Coral Springs, na Florida onde moram, porcos não são permitidos como animais de estimação, por serem considerados animais de fazenda e pecuária. A família de Kanson poderia receber multas de até 500 dólares por dia.
Heather Ray entretanto não desistiu do animalzinho que trouxe alegria, amor, relaxamento e aceitação para o seu filho. Com toda a documentação em mãos, incluindo uma carta do médico Dr Juan Carlos Milon receitando a porquinha como parte do tratamento de Kason, e após grande divulgação do caso na internet, imagens e notícias, além de uma campanha feita pelo change.org, a família de Kason finalmente recebeu a autorização da prefeitura de Coral Springs para manter Twinkie como animal terapeuta.
Para Twinkie ser poder realizar o teste para ser certificada oficialmente como animal de terapia, e Heather como condutora de animal terapeuta, Twinkie precisa completar um ano, enquanto isso as duas fazem um curso para poderem passar no teste.
“Eles não se importam com o que você se parece, eles não se importam como você fala, como você anda, você sabe, eles não se importam, desde que você os amem eles te amam incondicionalmente, então isso é muito importante para ele, e para nós podermos dar isso para ele.” Heather Ray.
g
Fonte: www.dailymail.co.uk | http://www.foxnews.com | pix11.com
Inscrições abertas para o Curso de Adestramento de Cães Terapeutas 2013!
O INATAA acaba de abrir as inscrições para o curso de Adestramento de Cães Terapeutas 2013. É um curso bastante interessante para profissionais interessados em trabalhar com cães terapeutas em instituições ou de forma particular e também para voluntários e donos interessados em aprimorar o seu relacionamento e trabalho com o seu cão terapeuta.
Liderado pelas diretoras de comportamento animal do INATAA, Katia Aiello e Carla Bárbaro, o curso também conta com aulas de Fátima Neves e outros professores convidados.
Inscrições e maiores informações através do email cursos@inataa.org.br

Terapia Assistida por Animais em hospital americano
Veja o vídeo do canal de TV americano NCTV17, sobre os cães terapeutas que trabalham no hospital Edward, nos EUA, que inaugurou seu programa de Terapia Assistida por Animais em 2002.
Última socialização do ano, Cãominhada no Ibirapuera 05/12
No domingo, dia 05/12, tivemos a nossa última sessão de socialização dos cães terapeutas do ano. Para que houvesse também uma confraternização dos cães, fizemos uma agradável “cãominhada” no parque do Ibirapuera. Era uma manhã de bastante sol, foi preciso manter os cães bem hidratados e na sombra. Mas eles se divertiram muito. Enquanto passeávamos, Carla e Kátia, nossas diretoras de Comportamento Animal, passavam dicas de comportamento para os voluntários.
Todos os cães voluntários passarão por novas avaliações no começo do próximo ano e receberam seus “deveres de casa” para as férias: todos, sem exceção, devem aprender a sentar e ficar, andar calmamente na guia sem puxar, ficar ao lado do assistido (seja ele sentado numa cadeira ou cadeira de rodas) e, para os pequenos, ficar confortavelmente no colo (de pessoas que não o seu dono). Esses são comportamentos essenciais ao trabalho dos cães terapeutas nas instituições. Voluntários, mãos à obra!
Carla e Kátia passaram dicas de como ensinar esses comportamentos aos cães e deixá-los menos ansiosos. Tivemos demonstrações, os voluntários aproveitaram para tirar dúvidas e aprender. Foi uma manhã muito agradável, fechamos a socialização com chave de ouro. Em Fevereiro retornamos com a primeira socialização de 2011. Lembrando que a socialização é obrigatória para todos os cães terapeutas que trabalham no INATAA, é muito importante para a certificação do comportamento ideal dos cães para o trabalho em todas as instituições.
(saiba mais sobre a socialização em www.inataa.org.br/socializacao.htm)
s
ss
ss
Veja as fotos da cãominhada:
- Cães terapeutas e voluntários na última socialização do ano

- Laís e a yorkie Mel, que encantou a menina que passeava no parque

- O “pequeno” Bru, relaxando um pouco durante a pausa para água

- Carla demonstra o treino do “Fica” com a Golden Luna

- O grupo todo
INATAA no ONG Brasil 2010
O INATAA terá a honra de participar da feira ONG Brasil 2010, que acontecerá nos dias 25, 26 e 27 de Novembro. Nestes três dias, São Paulo recebe o evento, que é uma feira e congresso internacional de ONGs, que reúne instituições sem fins lucrativos de todo o país para expor seus trabalhos e discutir os caminhos e desafios do Terceiro Setor no país.
Estaremos com um estande na feira divulgando o trabalho de Atividade, Educação e Terapia Assistidas por Animais e os projetos do instituto!
Para visitar a feira é necessário fazer um cadastro que pode ser feito pela internet através do site oficial do evento:
www.ongbrasil.org.br
Veja o vídeo da edição 2009 do ONG Brasil:
Visita ao Hospital Mário Covas – Celebração do Mês da Criança
O INATAA teve o prazer de estar no evento de comemoração ao Mês das Crianças no Centro de Reabilitação do Hospital Mário Covas na última terça-feira (26/10). O hospital, que fica em Santo André, contou com a visita de 8 cães terapeutas a convite de Isabelle Squarcino e toda a sua equipe da fisioterapia.
Foi um dia de festa em comemoração. Participaram do evento as voluntárias e seus cães terapeutas: Kátia com Milla, Ana com Kika, Soraia com Lalá, Adriana com Stella, Monica com Neguinha, Marisa com Mel e Silvana com Namour e Paraná.
Foi uma surpresa muito gostosa para as crianças, que não sabiam da visita dos cães. Elas adoraram e não foram as únicas que curtiram. Papais e mamães se divertiram bastante, e os profissionais do hospital também aproveitaram para brincar e tirar muitas fotos com os cães junto com as crianças.
Agradecemos o convite da equipe do hospital! Foi muito gratificante levar alegria às crianças e poder brincar junto com elas neste dia de festa.
Veja a seguir o vídeo e as fotos do evento:
Veja as fotos da nossa galeria no Flickr:
Veja as matérias dos jornais METRO News e Diário do Grande ABC sobre a visita às crianças no Hospital Mário Covas:
Idosos voltarão a receber Fisioterapia no asilo Vivência Feliz
Na última segunda-feira, dia 18/10, tivemos uma reunião no asilo Vivência Feliz a fim de afinarmos a equipe para a volta do trabalho de Fisioterapia Assistida por Cães naquela instituição. Este trabalho era feito ainda pelo ONG OBIHACC e estava parado por falta de profissionais e voluntários disponíveis. Finalmente este projeto voltará a funcionar e os idosos da instituição poderão voltar a receber sessões de fisioterapia assistida pelos cães terapeutas!
Estiveram presentes na reunião toda a equipe que trabalhará e Fátima Neves, nossa diretora de TAA. Os trabalhos de fisioterapia serão coordenados pela Dra. Claudinéia Yamashiro, assessorada por sua voluntária Mônica. A equipe de voluntários do INATAA será coordenada pela voluntária Cristina e é composta das seguintes voluntárias e seus cães terapeutas:
Cristina – Alina (Bernese Mountain Dog)
Elisangella – Yuri (Golden Retriever)
Laís – Mel (Yorkshire Terrier)
Suely – Cindy e Amadeus (ambos S.R.D.)
Veja fotos da reunião enviadas pela diretora Fátima Neves:

Discutindo a continuidade do projeto de Fisioterapia

Os cães terapeutas também estavam lá







