Histórias de Terapeutas – Margot

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Por Fátima S.*
Pequena Margot

Pequena Margot

A estória da Margot começou bem antes do nascimento dela. Uma tia minha criava boxers e sua cadela mais premiada se chamava Butz. Eu frequentei a casa desde recém nascida e a minha primeira lembrança foi a de um boxer tomando conta de mim...Butz foi o meu cachorro babá. Anos depois, numa ninhada de uma filha da Butz, vi um filhote branco.

A partir desse momento, me tornei louca por boxers e o meu sonho, desde criança, foi ter um. Até que adotei o Fred, o pai da Margot, paixão a primeira vista. Bonitão do jeito que ele era e ainda é, daí para que ele arrumasse uma namorada, foi um pulo. Alice era branca e linda, com pedigree e tudo, moça muito fina. Difícil foi escolher uma cachorrinha no meio de uma ninhada tão grande. Mas a Margot já era irresistível...
Delicada e feminina, Margot sempre foi um charme só. Puro glamour. Incapaz de fazer mal a quem quer que seja, nem mosca ela caça! Mas assusta à primeira vista e é muito confundida com um pit bull, o que eu acho muito prático no meu portão.

Sempre foi um charme só

Sempre foi um charme só

Foi a Margot que me levou ao voluntariado: sempre pensei em fazer alguma coisa e achei que uma cachorrinha tão dócil e carinhosa como ela tinha muito amor para distribuir e não seria justo delimitar todo aquele potencial à nossa casa e aos humanos que a frequentam....se ela nos dava tanta alegria, deveríamos repartir essa alegria com outras pessoas.
Margot adora as visitas às instituições, embora muitas vezes volte bem cansada. Não é um trabalho fácil para uma cachorrinha sensível. Daí o Shaggy ter entrado no circuito, para poupar a Margot.
Já menina eu sabia que a vida seria maravilhosa no dia que eu tivesse um boxer. Hoje eu tenho dois....e eu tinha razão, a vida É maravilhosa. Quem já teve um boxer sabe do que eu estou falando, são cachorros MUITO especiais. Sou absolutamente louca por aquelas bochechas...
Margot e seu pai, Fred.

Margot e seu pai, Fred.

*Fátima é voluntária do INATAA desde 2007. Visita com seus dois cães, Shaggy e Margot, o asilo “A Mão Branca” e a enfermaria do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia

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